Clube do Livro distribuirá livro ditado pelo Espírito Eça de Queiroz


O livro “O Amor Sempre Vence”, ditado pelo Espírito do escritor português Eça de Queiroz, será enviado em Outubro/16 para os sócios do Clube do Livro Letra Espírita que assinam 02 Romances/mês. O livro é psicografado por Wanda A. Canutti. Nesta modalidade, os sócios receberão também o livro "Nas Brumas do Tempo”, do Espírito Viníus, psicografado pela Sarah Kilimanjaro". 


Sinopse:
Quem era aquela jovem que se aproximou de Thiago, enquanto pintava às margens do rio Sena, em Paris, pedindo-lhe que pintasse o seu retrato?

Thiago, que vivia com dificuldades e viera a Paris para aperfeiçoar a sua arte, imaginou que uma oportunidade promissora chegara à sua vida plena de dificuldades. No entanto, aquela aproximação foi o ponto de partida para trágicas situações que ele teve de enfrentar depois, em meio a uma paixão avassaladora e um amor puro e verdadeiro.

Sentimentos nobres e elevados fazem parte deste romance, bem como atitudes de sagacidade e de falta de escrúpulos, o desagravo e a vingança.

Conheça o Clube do Livro Letra Espírita e veja a seleção completa do mês acessandowww.letraespirita.com.br

Regras para comentários nas redes sociais


Sabemos que pode parecer desnecessário, mas é importante falarmos sobre algumas regrinhas de boa convivência nas redes sociais. São proibidos comentários e postagens com:

1 – Conteúdo impróprio ou ofensivo: nada de posts com conteúdos ofensivos ou com conteúdo impróprio, com discurso de ódio, palavrões, que gerem brigas e discussões entre usuários, etc. Você pode pensar "mas eu quero dar a minha opinião". Pode dar, mas seja educado(a). Coloque em prática os ensinamentos espíritas de tolerância, respeito e amor. 

2 – Nada de ataques aos outros seguidores: atacar outros usuários não é nada educado então aqui isso não vale. Respeite a opinião e o comentário do colega virtual. Se quiser expor sua opinião, faça com respeito. Não se irrite com opiniões contrárias, apenas sorria e acene, é um teste de paciência que conta bônus-hora.

3 – Nada de Spam: ninguém gosta de spam, nós também não gostamos nem um pouquinho, é chato, é desinteressante e é coisa de espirito zombeteiro, coisa que você não é. Por isso, pedimos que você não poste mensagens de divulgação de outros produtos ou serviços em nossa página. Isso também vale para links, seja qual for o conteúdo deles. Todos serão excluídos.

4 – Respeito à privacidade: por favor, tome muito cuidado com os posts e comentários que possam invadir a privacidade das outras pessoas. Isso é deselegante. Uma dica: quando for enviar dados pessoais (telefone ou e-mail), envie privado (inbox) porque nós não nos responsabilizamos por você ficar postando seus dados publicamente.

No modo geral é isso, se seu comentário for excluído ou ocultado, desculpe, mas é porque infringiu alguma das regras acima. Lamentamos ter que fazer isso ás vezes, não é nada pessoal, é só pra manter o equilíbrio, a paz e o respeito. Sugestões? Escreva pra gente.   

Abstinência Sexual e Aperfeiçoamento Espiritual


Por: Walter Barcelos

"Indubitavelmente, os que consigam abster-se da comunhão afetiva, embora possuindo em ordem todos os recursos instrumentais para se aterem ao conforto de uma existência a dois, com o fim de se fazerem mais úteis ao próximo, decerto que traçam a si mesmos escaladas mais rápidas aos cimos do aperfeiçoamento." — Emmanuel 

O sexo é criação divina em todas as pessoas e em todos os seres, para que tudo participe e coopere no processo maravilhoso e profundo da Vida e da Evolução. Deus não criaria alguma coisa, para que Ele mesmo, depois, proibisse a sua utilização. O sexo foi criado para manifestar-se no corpo e no Espírito, dentro da Lei de Evolução, o que indica estar num processo constante de aperfeiçoamento, dentro das experiências nos séculos. A sexualidade, portanto, que se manifesta no Espírito imortal, visa ao seu engrandecimento para a Eternidade.

21.1 — Causas básicas da abstinência sexual e celibato
A abstinência sexual e a vida celibatária não são requisitos absolutos para todos os Espíritos, mas somente para uma determinada fração de criaturas, atendendo suas necessidades particulares de serviço, resgate e burilamento. São duas as causas básicas que provocam a abstenção sexual e a vida de solidão afetiva na experiência humana. O Espírito Emmanuel esclarece-as:

"Abstinência, em matéria de sexo e celibato, na vida de relação pressupõe experiências da criatura em duas faixas essenciais — a daqueles Espíritos que escolhem semelhantes posições voluntariamente para burilamento ou serviço, no curso de determinada reencarnação, e daqueles outros que se vêem forçados a adotá-las, por força de inibições diversas.


Uma parte de Espíritos escolhe a vida celibatária, a fim de terem condições e tempo suficiente para o cumprimento integral de determinada tarefa em auxilio à Humanidade, outros para educar melhor os seus sentimentos e outros, ainda, não alcançam a união matrimonial, na Terra, em virtude de inibições psicológicas e físicas nascidas da consciência culpada, torturada por erros e crimes da afeição mal dirigida, em vidas pretéritas.

21.2 — Pessoas celibatárias sofrem incompreensões. Celibato: período para educação dos próprios impulsos
As criaturas com vida celibatária na Terra muito dificilmente são compreendidas e normalmente sofrem críticas e acusações, por parte de familiares e amigos, de possuírem indiferença, frieza, preguiça, irresponsabilidade ou de serem afeitos à vida fácil, porque não se casaram, fugindo das obrigações sagradas do matrimônio. São acusações que não retraíam a realidade espiritual destas criaturas, na maioria dos casos. Não podemos taxar as pessoas que vivem solidão afetiva, sejam homens ou mulheres, servindo a uma ordem religiosa qualquer ou participando da vida em sociedade, como criaturas sem necessidades afetivas, assexuais e sem anseios do coração.



Salvo as exceções de causa já mencionadas, são portadoras de equipamentos genésicos perfeitos, anseios afetivos intensos, que obedecem a um programa elevado de serviço e burilamento, quando almas superiores; ou a um processo expiatório, quando menos elevadas, tolhidas por inibições diversas.

Tais Espíritos devem passar por estas experiências de caráter transitório, ou seja, não eterna, pois nenhum Espírito está destinado a uma vida solitária, indefinidamente, através das reencarnações. Ninguém foi criado para viver só. Em futuras reencarnações, estes mesmos Espíritos retomarão a experiência da união conjugal, a qual por certo saberão muito honrar, valorizar, executando os seus sagrados deveres.

Emmanuel no livro "Vida e Sexo", observa: "Abstinência e celibato, seja por decisão súbita do homem ou da mulher, interessados em educação dos próprios impulsos, no curso da reencarnação, ou seja por deliberação assumida, antes do renascimento na esfera física, em obediência a fins específicos, não contam indiferença e nem anestesia do sentimento." 

21.3 — Canalização das energias sexuais para objetivos espirituais
Uma pequena parte dos Espíritos em vida celibatária, seja em atividades nas diversas ordens religiosas do mundo ou fora dela, em outras realizações nobres, são almas já com respeitáveis conquistas evolutivas de sabedoria e amor, que buscam aproveitar o máximo de suas vidas no serviço à Humanidade. Estes fazem de suas existências um serviço constante de amor e abnegação, embora não deixem também de sofrer duras e difíceis carências para testar e ratificar seus valores espirituais. Suas energias sexuais não estão paralisadas, pois, sendo elas energias da própria vida, estão sendo aplicadas em manifestações elevadas de ordem espiritual, no exercício da fé, da caridade, da assistência fraternal, da instrução, da arte, da educação e da ciência.

O Espírito Emmanuel explica a canalização das energias sexuais: "Agindo assim, por amor, doando o corpo a seviço dos semelhantes e, por esse modo, amparando os irmãos da Humanidade, através de variadas maneiras, convertem a existência, sem ligações sexuais, em caminho de acesso à sublimação, ambientando-se em climas diferentes de criatividade, porquanto a energia sexual neles não estancou o próprio fluxo; essa energia simplesmente se canaliza para outros objetívos — os de natureza espiritual." 

21.4 — Vida de sacerdote: lutas e sofrimentos
Para aquilatarmos um pouco das grandes lutas experimentadas pelo Espírito em vida celibatária, vejamos alguns detalhes da vida religiosa do Padre Damiano, personagem do livro "Renúncia", o qual é o próprio autor espiritual, Emmanuel, e que soube aproveitar muito bem essa experiência, em mais de uma vez, para a sublimação das energias sexuais dentro da disciplina, do amor e da abnegação:

"Que fora a sua vida de sacerdote senão aquele rigoroso programa esboçado pela jovem Alcíone? Recordava os tempos difíceis, as horas de tentações mais ásperas, os sacrifícios longos, as dores que pareciam sem termo. (...)" 
Ninguém conseguirá valores espirituais respeitáveis sem esforço, persistência, desprendimento e humildade.

21.5 — Celibato voluntário sem aproveitamento espiritual
Entre os Espíritos que se encontram em vida celibatária servindo às diversas ordens religiosas do mundo, somente uma minoria é que já educou e sublimou realmente os seus impulsos sexuais, pois a maioria tem, nesta experiência difícil de silêncio afetivo, uma grande oportunidade a fim de educar suas emoções e desejos para a vida espiritual superior.

Os hábitos exteriores da convivência regulada, da disciplina planejada, do regime afetivo e da vida de ascetismo não determinam, por si só, as conquistas dos valores espirituais. Pode-se viver em pleno egoísmo e muito distante das virtudes cristãs. É o que vemos na pergunta de "O Livro dos Espíritos", na Questão 698: "O celibato voluntário representa um estado de perfeição meritório aos olhos de Deus?

"Não, e os que assim vivem por egoísmo, desagradam a Deus e enganam o mundo." Vida monástica, por si só, não é sinônimo de evolução espiritual. Podemos passar uma vida toda com disciplinas rígidas e não aproveitá-las para o aprimoramento dos sentimentos.

Num regime de abstenção sexual, sem desenvolver os valores do coração, através do serviço de amor desinteressado aos semelhantes, a alma continuará estacionária e sem sublimação das energias sexuais. O Espírito Emmanuel aprofunda esta análise sobre celibato e aperfeiçoamento espiritual:

"A criatura que abraça encargos dessa ordem está procurando ou aceitando para si mesma aguilhões regeneradores ou educativos, de vez que ordenações e providências de caráter externo não transfiguram milagrosa-mente o mundo íntimo. As realizações da fé, por isso mesmo, se concretizam à base de porfiadas lutas da alma, de si para consigo." 

21.6 — Causas mais comuns do celibato: inibições irreversíveis e processos de inversão
A esmagadora maioria dos Espíritos em vida celibatária, nas ordens religiosas ou fora dela, são criaturas menos elevadas em grandes lutas expiatórias para educar seus impulsos genésicos, que em vidas passadas foram muito mal aplicados. Agora voltam em abstinência sexual, não simplesmente por uma aceitação voluntária, mas, sim, impulsionados por duas forças poderosas de contenção sexual: inibições irreversíveis e processos de inversão, que são os complexos psicológicos profundos e o fenôasmeno da homossexualidade, seja no homem ou na mulher. As causas espirituais são básicas na maioria das experiências celibatárias, como nos diz Emmanuel:

"(...) encontramos aqueles outros, os que já renasceram no corpo físico induzidos ou obrigados à abstinência sexual, atendendo a inibições irreversíveis ou a processos de inversão pelos quais sanam erros do pretérito ou se recolhem a pesadas disciplinas que lhes facilitem a desincumbência de compromissos determinados, em assuntos do Espírito". 

Podemos considerar os Espíritos, nestes casos acima, como submetidos ao regime de abstinência sexual involuntária, pois uma força mais poderosa do que a própria vontade ou aptidão, determinou este tipo de experiência para disciplinar e educar as suas energias desordenadas e muitas vezes confusas.

Famílias dizem ter recebido mensagens mediúnicas das vítimas do 11 de Setembro

(Bonnie McEneaney, autora do livro e Eamon McEneaney, uma das vítimas)

Fonte: Portal IG

Ventos isolados em um dia sem nenhuma brisa. Moedas que aparecem misteriosamente. Visões dos que haviam morrido dias ou meses atrás. Para dezenas, esses foram sinais enviados por seus parentes após morrerem nos ataques às Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC), em Nova York, no 11 de Setembro.

“A primeira vez que tive certeza de ver meu marido foi seis meses depois de sua morte”, disse ao iG Joanne Kelly. “Ouvi um barulho como se alguém estivesse se mexendo, e fui de quarto em quarto na minha casa, ver o que era. Quando cheguei à cozinha, lá estava ele, de costas. Depois se virou e sorriu, foi até a porta e sumiu. Ele vestia exatamente a roupa que usava em 10 de setembro: bermudas, camiseta e um boné de beisebol na cabeça. Depois disso, as moedas começaram a aparecer.”

Joanne tem quatro filhas. Antes de seu marido, James Kelly, morrer, eles tinham o hábito de tirar cara ou coroa para dividir tarefas entre si, como definir quem buscaria as filhas em uma festa, por exemplo. 

Na noite de 10 de setembro, uma das meninas precisava de material para terminar um trabalho escolar. James queria sair para correr, mas Joanne sugeriu que definissem na sorte quem iria à loja comprar o que faltava para a filha.

“Ele riu e acabou me convencendo a ir sem tirar o cara ou coroa. Mas, depois de sua morte, as moedas de 25 centavos começaram a aparecer nos lugares mais estranhos, mesmo em gavetas em que nunca as colocaria, como no banheiro”, afirmou a viúva.

Bonnie McEneaney também perdeu o marido, Eamon (com quem teve quatro filhos), no colapso das Torres Gêmeas. Segundo ela, só depois da tragédia é que se deu conta de que seu marido pode ter pressentido sua própria morte.

Durante um almoço no feriado do Dia do Trabalho nos EUA, uma semana antes dos atentados de 2001, ela disse que Eamon assustou a família ao afirmar acreditar que terroristas voltariam a atacar o WTC. Ao dizer isso, Eamon se referia à explosão de um carro-bomba que deixou sete mortos e vários feridos no subsolo da Torre Norte em fevereiro de 1993.

De acordo com Bonnie, seu marido chegou a conjecturar animadamente com seu irmão se, no caso de um novo ataque, devia levar seus colegas para o teto do edifício ou para o andar térreo. Eles decidiram, disse Bonnie, que a melhor saída seria o teto. 

“Dois dias antes dos atentados, estávamos conversando, e Eamon me disse: ‘Não tenho mais medo de morrer. Quando acontecer, estarei preparado, então não se preocupe comigo’. Na hora fiquei preocupada e achei que meu marido estivesse ficando deprimido”, disse.

Bonnie aponta outras medidas adotadas pelo marido como sinais de que se preparava para uma tragédia iminente. 
Segundo ela, cerca de dois meses antes dos ataques, Eamon aumentou o valor de seu seguro de vida e começou a instruí-la a ser mais rígida na educação dos filhos. 

“Sou uma pessoa muito pé no chão. Então, quando ouvia isso dele, achava que era depressão, exagero ou sua reação ao se sentir envelhecendo. Mas, depois que tudo aconteceu, ficou muito claro para mim que ele efetivamente sabia e se preparou para algo importante”, afirmou. 

Dias após o colapso das torres, Bonnie e sua família ainda procuravam Eamon nos hospitais de Nova York, como milhares de outras famílias. 

“Aquela situação de total desconhecimento sobre o paradeiro da pessoa é completamente extenuante. Por isso, em 13 de setembro, depois de dois dias sem dormir e enquanto parentes e amigos faziam ligações para tentar localizá-lo, fui até o jardim e fiquei observando aquele dia quente, sem nenhuma brisa, totalmente estagnado. Depois de um tempo, com muita frustração, gritei: ‘Por favor, Eamon, me diga: onde você está?’, e foi aí que aconteceu. Ele ou alguém ou alguma coisa respondeu.”

De acordo com Bonnie, a copa de uma árvore enorme do jardim de sua casa, na qual Eamon anos atrás havia escrito ‘O Amor é Para Sempre’, começou a se mexer. 

“No início, pouco, mas com o passar do tempo as folhas se mexiam todas, como se um rio de vento passasse por ali. Nada mais se mexia, só a copa daquela árvore. Depois esse vento veio até mim e foi embora”, relatou Bonnie. 
“Não sei o que era isso, mas sabia que era uma resposta à minha pergunta: Eamon estava morto, e talvez ele mesmo estivesse me dizendo isso.”

Nas várias cerimônias que se seguiram nos dias e meses seguintes, ela começou a conversar com outras famílias sobre experiências parecidas. 

Depois de ouvir centenas de histórias de supostas mensagens e sinais recebidos das vítimas do 11 de Setembro, Bonnie decidiu escrever o livro “Messages, Signs, Visits and Premonitions from Loved Ones Lost on 9/11” (“Mensagens, Sinais, Visitas e Premonições de Entes Queridos Mortos no 11 de Setembro”, em tradução livre).


"Não sei se é Deus, não sei se são os mortos, se é a própria natureza se comunicando. O que sei é que essas mensagens são muito positivas para quem as recebe, e ajudam no luto de muita gente. Então, por que não contá-las para todos lerem?”, completou. 

Seja Grato

Mensagem psicografada 
"Boa noite, a paz do Senhor

Sejam gratos a Deus por tudo o que ocorre em vossas vidas. Felizes aqueles que Deus os experimenta, tirando - os da letargia em que se encontravam, alheios às verdades divinas, perdidos em seu orgulho e ilusões. Percebeis o quanto Deus vos ama, o quanto quer que Dele vos aproximeis, para isso usa de meios necessários para que isso ocorra, então agradeceis antes de reclamar, pedi perdão pelo tempo perdido antes de vos revoltar, aceitai o amor de Deus ao invés de insistir em ficar perdido no mundo de ilusões que vós mesmos criastes. Eis a oportunidade de progresso, de superação, de abandonar tendências negativas, de deixar a alma mais pura e radiante. Não desperdiçais a chance de evoluir e de vos tornar um ser humano melhor. Que o amor, a gratidão, o perdão, a compreensão, invadam vosso ser, resplandecendo a luz de Deus em vossa vida, que sejais verdadeiramente felizes. Que assim seja. Paz, luz e muito amor a todos. Com carinho, Um Irmão."

Viver em Sociedade


Por: Anne Prinz

Quem de nós já não sentiu uma imensa vontade de dar uma “sumida”? Passar uns dias em algum lugar isolado, sem barulho e sem perturbação alguma? Grande parte da população já pensou nisso ou pensará em algum momento da vida. A correria do dia-a-dia, as relações conflituosas, o trânsito e o estresse, nos geram uma carga energética a qual, na maioria das vezes, negativa. Na tentativa de nos reequilibrarmos e restaurarmos nossa paz interior é prazeroso e proveitoso, esses momentos a sós.

As práticas da prece e da meditação nos auxiliam nesse contexto, nos ajudando a buscar equilíbrio interior. Mas será válido nos afastarmos completamente do convívio com outras pessoas, buscarmos o isolamento completo, por longos períodos?

Pesquisando em “O Livro dos Espíritos” no capítulo que se refere a Lei de Sociedade, Kardec pergunta se o isolamento absoluto é contrário à lei Natural, e a resposta dos Espíritos é clara: Sim! Visto que: “Os homens procuram a sociedade por instinto, e que devem concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente”. Ou seja, isolar-se é afastar-se absolutamente de sua própria evolução, haja vista que, dependemos fraternalmente uns dos outros.

Vejamos, se o homem do campo não planta, não comemos, se não temos professores, não aprendemos, se não temos médicos, quem cuidará de nossa saúde? Somos elos interligados e comprometidos fisicamente e espiritualmente nesse grande plano da Vida.

Os Espíritos ainda dizem, no mesmo capítulo que “Sozinho, ele não pode porque não tem todas as faculdades; é-lhe preciso o contato dos outros homens. No isolamento, ele se embrutece e se debilita”.

Pensemos a respeito deste assunto, tentando fazer de nossos dias, momentos de convívios edificantes e prazerosos, respeitando a tudo e a todos, ajudando e trabalhando para o bem e progresso de todos individualmente e, por conseguinte pelo progresso da sociedade, carregando dentro do nosso coração aquela máxima de nosso Cristo Jesus: Fazei ao próximo o que gostaria que ele fizesse a ti!

Assim, hora após hora, ano após ano, seguimos nos elevando ao caminho da luz, nos completando. Melhorando nosso íntimo, melhoramos a nossa casa, o nosso bairro, nossa cidade e nossa nação. Cada um é responsável por si e juntos somos responsáveis pela construção de uma sociedade livre, justa e solidária como prega nossa Constituição.

Atriz de "Haja Coração" integra elenco do filme espírita "Deixe-me Viver"


A atriz Sabrina Petraglia, conhecida do grande público pelo trabalho na novela espírita “Alto Astral”, exibida pela Rede Globo, na faixa das 19h em 2014 e atualmente no ar na novela "Haja Coração", integrou o elenco do filme espírita “Deixe-me Viver” que tem estreia prevista para o final de 2016.

O filme possui como temática central a questão do aborto à luz do Espiritismo e promete emocionar aos telespectadores que aguardam ansiosos pela sua estreia.  O filme relata de forma clara e objetiva o tormento que passa um abortado e as consequências desastrosas para os que praticam o aborto, seja na qualidade de pacientes, indutores, executantes e/ou equipes participantes deste ato.

O que acontece quando você entra em um Centro Espírita?


Por: Sabrina 

Quando você entra em um centro espírita, você não se torna médium. A não ser que você já tenha nascido com o corpo físico preparado para isso, você não começa a ver ou a ouvir os Espíritos.

Quando você entra em um centro espírita, não existe nenhuma espécie de recado dos Espíritos Superiores direcionado exclusivamente a você. Tampouco seus familiares desencarnados te enviarão cartas dizendo o que você deve ou não fazer da vida.

Quando você entra em um centro em espírita, as pessoas não vão te contar quem você foi ou fez em suas vidas passadas. Se essas informações fossem necessárias você se lembraria por conta própria. Basta saber que você colhe hoje aquilo que plantou em outras existências até para que você passe a semear com mais sabedoria e amor no seu dia de hoje.

Quando você entra em um centro espírita, você não recebe a solução mágica para resolver seus problemas. Suas dores continuarão a existir. Suas perdas, suas mágoas, suas dificuldades de relacionamento ou o que quer que você enfrente na vida.

Quando você entra em um centro espírita, você definitivamente não está salvo. Seu lugar no céu jamais poderá ser comprado até porque a ideia de céu do Espiritismo nada tem a ver com anjos tocando harpa nas nuvens, e sim com a consciência tranquila do dever cumprido.

A verdade, que poucos compreendem ou querem compreender, é que quando você começa a frequentar um centro espírita absolutamente nada muda em sua vida.

Acredite. Nada mesmo.

A não ser que você tome a decisão de mudar, que você compreenda que precisa realizar melhorias em si mesmo, que aceite o convite da reforma íntima e moral, tudo continuará da mesma forma que já estava.


Ninguém pode viver nossa vida ou dar por nós os passos que nos cabem. Compete a cada um de nós a construção da nossa própria felicidade. Essa noção de responsabilidade individual, tão pouco considerada nos dias atuais, é, com certeza, uma das primeiras lições, entre tantas outras, que você aprenderá quando de fato entrar em um centro espírita.

Paralimpíadas, por Divaldo Franco


Por Divaldo Franco 

Transcorreu com o brilho esperado a Olimpíada, que se caracterizou pelo desfile contínuo dos campeões dos esportes que deslumbram as multidões. O Brasil correspondeu à expectativa e foi mais além desde a apresentação que a todos nos surpreendeu até o momento final. Nada houve que chocasse a opinião mundial, nem mesmo qualquer tentativa de atentado terrorista lhe diminuísse a grandeza. A polícia realizou o seu mister com o equilíbrio possível e soube agir com elevação nos casos complexos dos comportamentos de alguns atletas irresponsáveis. Alguns dos acontecimentos lamentáveis acontecem em toda parte, porque, infelizmente, pertencem à natureza humana ainda primária, sem formação ética para os momentos de elevação nacional.

Agora estamos nos dias da Paralimpíada que, lamentavelmente, não recebe o mesmo apoio dos veículos de comunicação, nem os investimentos necessários para demonstrar a grandeza moral do ser humano, após a vivência de sofrimentos inimagináveis que foram superados. Na Olimpíada a beleza do corpo e sua elegância, a audácia e coragem dos atletas chamam a atenção e fascinam. Nada obstante, na Paralimpíada, igualmente há corpos belos e mutilados, reformulados e nobres capazes de ultrapassar os limites impostos pelas tragédias do cotidiano e pelos denominados infortúnios.

Esses heróis, exemplos vivos do poder da vontade, do valor do enfrentamento quase conta o impossível, são dignos de ser aplaudidos e copiados, porquanto não se detiveram no habitual estado de vítimas das circunstâncias, demonstrando que o espírito conduz a matéria. As terríveis provações a que foram submetidos pela necessidade da evolução espiritual de maneira alguma impediram-nos de alcançar as metas da existência e continuarem demonstrando que o amor pela arte, pela beleza, pela vida são o objetivo essencial da existência humana.

Todos deveremos aprender a superar as dificuldades existenciais.


Parabéns a esses notáveis desportistas!

Trabalhador Espírita


Trabalhador espírita, ah se soubesse a luz que geras em torno de ti em cada tarefa que conclui na senda do Pai! Concentra-te no ideal e receberás a recompensa além da sua visão. Mantém sua postura diante dos atrozes do mundo que por hora enviam-lhe ondas de distúrbios maléficos.

Cria em ti escudo de fé para que rebata o que lhe é dirigido pelo pensamento sofredor, a paz do teu coração ninguém pode roubar. Prepara tua mente ante ao trabalho, evitas sempre que possível a conversação inútil e usa do tempo disponível para meditação e contato com as esferas superiores.

Substitua a futilidade pela utilidade, o olhar reprovador pelo reparador e a boca venenosa para abençoada. Silencia nos momentos que o ideal necessita do trabalho mediúnico, demoraras tempo útil para recompor seus pensamentos nobres, e há muito tempo a fila espera para ser atendida.

Não temas, o trabalhador recebe sempre as palavras santificadas para socorrer. Se nada lhe for dito para enobrecer, cale. Prefira o silêncio da ignorância, do que propagar falsas idéias. És o socorrista no ambiente espiritual, espera o chamado e embarca com sua bagagem emocional preparada. Aflitos de toda ordem aguardam o auxilio em que foste enviado. De que modo suas bagagens hoje estariam organizadas?

Na casa do nosso Pai maior os medicamentos são o que podes irradiar através das palavras e mãos. Vigiai e orai sempre. A sirene do socorro soara a qualquer momento. Prepara-te sempre através dos ensinamentos enviados pelos irmãos superiores. Busca a disciplina nas suas ações para que não caia em tentação. É casa de meditação, de oração, de pensamentos renovadores.


Para mudar o ambiente não é necessário falar, se necessite usar da dicção, que seja sem ferir o próximo que busca concentrar sua paz em posição de receber. Postura amados irmãos, a multidão invisível espera ansiosa o socorro da paz. És espírita a todo instante. Segue com Jesus sempre. Muita paz. 

A questão da venda de livros espíritas


Muitos questionam se a venda de livros espíritas não estaria errada, mas a resposta é que não, não há nada de errado em vender livros espíritas, pelo contrário, a venda de livros espíritas é um meio de divulgar a Doutrina Consoladora. Inclusive, a venda de livros foi iniciada com Allan Kardec, que vendia suas obras em Paris e posteriormente para o mundo. Foi o Codificador que criou a primeira livraria espírita do mundo e sim, ele não doava os livros, ele vendia.

O dinheiro das vendas de livros espíritas é usado para compensar os gastos da produção e distribuição das obras (que abordaremos ali embaixo), além de também ser investido na divulgação da Doutrina Espírita.

Alguns companheiros falam: "Mas e cadê a caridade? Venda não é caridade.". Amigos, como todos sabem vivemos em um mundo capitalista, há gastos como elucidamos acima e explicaremos abaixo, logo, naturalmente precisamos de dinheiro para fazer as coisas acontecerem, inclusive no movimento espírita.

Se os livros não forem cobrados, como pagar os impostos, o material, os funcionários com seus direitos trabalhistas que dedicam de segunda a sexta, 08h por dia ao trabalho, as contas de água, luz, telefone das editoras e distribuidoras, os custos de transporte em transportadoras e/ou correios, por exemplo? São muitos gastos, estes citados não são nem 10% do total do que precisa ser custeado. Eu mesmo que redijo este texto, antes de pesquisar, não sabia o quanto se gastava para publicar e distribuir um só livro, é uma engrenagem complexa e cara! Ninguém faz nada de graça e ninguém é milionário para bancar tudo isso sozinho.

Jesus ensinou "Dai a César o que de César e a Deus o que é de Deus". Cobrar pelo material e trabalho profissional, pelo livro físico em si, é sim permitido, o que a Doutrina não aprova é cobrar pela mediunidade, o que é bem diferente.


A venda de livros espíritas não tem nada de ilícito e muito menos antidoutrinário, é na verdade uma forma de divulgar a Doutrina por meio da literatura. É na verdade uma grande rede de conjunto e ao pagar pelo livro espírita, o leitor está colaborando com os custos da obra que adquiriu, valorizando o trabalho e incentivando na publicação de outras obras, apoiando assim a propagação do Espiritismo.  

Livro "Os Animais na Obra de Deus" mostra a visão espírita sobre os animais


O incrível escritor, Geziel Andrade, vem nos mostrar em seu livro “Os animais na obra de Deus”, esmiuçadamente, como se processa a evolução do princípio inteligente.

Sinopse:
O princípio inteligente, criado por Deus, percorre uma longa jornada, lenta e continuadamente, desde as formas mais primitivas, passando por inumeráveis experiências até atingir a condição humana e daí, novamente tem pela frente incontáveis desafios e múltiplos retornos à vida material até alcançar a angelitude, destino final de toda criatura de Deus.

E, para sustentar seu trabalho, Geziel busca apoio em eminentes estudiosos reunindo aqui o pensamento deles para fundamentar seus argumentos acerca da evolução contínua e incessante na obra de Deus.


Nomes como Léon Denis, Gabriel Dellane, Ernesto Bozzano e diversas comunicações recebidas dos espíritos superiores através da psicografia de Chico Xavier valorizam essa obra que será mais um instrumento para nosso aprendizado na busca do aprimoramento espiritual.

O novo livro será distribuído em Outubro/16 aos sócios do Clube do Livro Letra Espírita. Saiba mais e associe-se em www.letraespirita.com.br

Animais e espiritualidade são temas de novo filme e livro



Em “Quadro Vidas de Um Cachorro”, você vai conhecer a história do Bailey, um cachorrinho muito esperto, que vive em busca de um propósito para sua vida. Depois de reencarnar diversas vezes, ele se pergunta se algum dia encontrará sua verdadeira missão na terra. Muito mais do que apenas uma história apaixonante sobre animaizinhos de estimação, “Quatro Vidas de um Cachorro” é um filme emocionante e, recheado de humor, vai provar que o amor nunca morre, e, que o propósito de nossas vidas é mais simples do que imaginamos, além de mostrar que sempre nos reencontramos com aqueles que amamos, inclusive, nossos animais de estimação.



Se você deseja aprender mais sobre os animais na visão espírita, associe-se ao Clube do Livro Letra Espírita na modalidade Doutrinário e receba o livro “Os Animais na Obra de Deus” em sua casa, sem pagar frete e nem taxas: www.letraespirita.com.br

Reflexões sobre o Impeachment


A seguir divulgamos um texto escrito por um companheiro espírita sobre uma reflexão que fez a respeito da atual situação política do país, divulgada no Instagram:

''Eu queria poder entender mais de política para conseguir ter uma opinião... Para conseguir analisar a situação e saber o que é o melhor para o nosso país. Mas esse conhecimento, infelizmente, eu não tenho. O que eu tenho é muita vontade de ver o meu país crescer e, acima de tudo, muita fé em Deus ao acreditar que ele sabe o que é o melhor para nós. Se a decisão do impeachment vai levar o Brasil ao progresso por um caminho mais fácil ou mais difícil, sinceramente eu não sei. Mas eu acredito que será pelo caminho que precisamos passar.

Você que era contra o impeachment, não seja aquela pessoa orgulhosa que torce para que tudo dê errado só para poder dizer “eu avisei”. E você que era a favor, não se sinta vitorioso ainda. Saiba que ainda temos um longo e duro caminho a percorrer.


Juntos nós temos que torcer e lutar para que tudo dê certo. Lutar por um país melhor, uma política mais limpa e honesta, representantes no governo mais íntegros e um povo mais instruído e evoluído. Juntos nós podemos e vamos fazer um país melhor baseado, principalmente, no amor, na integridade e no respeito.

Paz e luz a todos!''

*As opiniões aqui retratadas não refletem necessariamente a posição do Letra Espírita ou do Movimento Espírita, e são de total responsabilidade de seu idealizador.

Divaldo Franco é entrevistado no "Programa do Jô".


Nesta madrugada de quinta para sexta, logo após ao "Jornal da Globo", será exibida a entrevista de Divaldo Franco no “Programa do Jô” abordando sobre sua trajetória e comentando sobre o Espiritismo. Uma ótima oportunidade de divulgar a Doutrina Espírita, convide seus familiares e amigos.


Aos amigos que acordam muito cedo e que, por isso, não poderão assistir ao programa, a entrevita ficará disponível no site www.globo.com/programadojo  

Quem somos nós para julgar?


"Atire a primeira pedra quem nunca pecou", palavras do Mestre Jesus que devem ser lembradas e aplicadas diariamente. Lembrai - vos delas antes de julgares teu irmão, pois vós mesmos já caístes em tentações, errastes e pedistes perdão, então, quem sois vós para julgares teu irmão? Sigam o exemplo de Jesus, tenham tolerância, sejam compreensivos, lembrai - vos das vezes que também errastes e necessitastes da compreensão e do perdão do Senhor. Lembrai-vos disso antes de saírem apontando as falhas dos outros e olhem para as suas tentando corrigi-las. A calúnia, a maledicência, a fofoca, a inveja, são extremamente nocivas, geram danos a quem as pratica e a quem as sofre, abandonem essas atitudes danosas o quanto antes e lembrai - vos sempre dos ensinamentos do Mestre Jesus. Que assim seja em nome de Deus Nosso Senhor. Boa noite de descanso a todos. Com amor e zelo, um irmão."

Compreende e ajuda sempre


Compreende o erro do teu irmão, entenda que poderia ser você na condição dele. Auxilia sempre a retomarem a trilha do amor, ao menor sinal de desvio em meio à cegueira da raiva. Apoia o corpo cansado e evita que ele deserte da luta. Oferece da tua água se a sede tentar frear o desempenho do seu irmão. Se não sabe como ajudar ofereça ao menos um abraço. Se alguém cruzar o seu caminho, não deixe que retorne da mesma maneira. Ensina sem humilhar, e aprende se a humilhação for a sua lição. Esquece um pouco de você e lembre-se dos que se sentem invisíveis. O que te diferencia deles são apenas as roupas, por vezes aprenderá mais com ouvindo a história de vida deles do que com a teoria escrita em versos. Toda hora é momento de ajudar, mesmo em silêncio envia paz ao ambiente.

Vida passada de Yvonne A. Pereira é revelada em novo livro

A médium e incansável trabalhadora do espiritismo Yvonne do Amaral Pereira já teve algumas de suas experiências reencarnatórias relatadas pela literatura espírita.


Agora nos chega, através da narração de Arnold de Numiers, mais uma experiência de Yvonne até então proibida de nos ser revelada.

A história de Leila, arrebatadora e emocionante, revela todo o drama vivenciado por aqueles que se entregam ao suicídio, seja de forma consciente ou inconsciente, fugindo da vida e das responsabilidades assumidas, julgando assim se livrar de suas dores e sofrimentos.

A trama do romance reúne os espíritos comprometidos entre si em nova oportunidade e nos sensibiliza quando constata-mos o imenso auxílio recebido do Alto por meio dos espíritos benfeitores que não se cansam de apoiar, confortar e orientar aqueles que atravessam dificuldades e provações.


O novo livro, “Leila – A Filha de Charles” será distribuído em Setembro/16 aos sócios do Clube do Livro Letra Espírita. Saiba mais e associe-se em www.letraespirita.com.br

Chico Xavier - Um Mandato Mediúnico de Amor

Na palestra “Chico Xavier – Um Mandato de Amor”, que enviaremos em Agosto/16 para os sócios da Mídia Espírita, o expositor Sérgio Villar faz um brilhante retrospecto da vida do magnífico Francisco Cândido Xavier.

Sinopse: Chico Xavier sem sombra de dúvida foi um dos maiores médiuns que a Terra recebeu, exercendo um dos maiores mandatos mediúnicos. Somado a isso veio também seu intenso amor colocado em tudo que fazia. É sobre essa temática que o orador Sérgio Villar baseia seus estudos.


Esse extraordinário médium deixou muitos ensinamentos, certa feita deixou uma frase que resume bem seu trabalho "Quem sabe pode muito, quem AMA pode mais".

Adquira agora mesmo o seu exemplar em homenagem ao médium mineiro associando-se em www.letraespirita.com.br 

Masturbação á luz do Espiritismo

Por Espírito Eugênia por meio da mediunidade de Benjamim Teixeira 

Pergunta – Eugênia, seria abusivo perguntar sobre masturbação?

Resposta – Claro que não. A forma de me perguntar já revela a necessidade de se ventilar a temática. Tudo deve ser falado, sob a perspectiva da Espiritualidade, principalmente o que é foco de tabu, porque, então, os automatismos neuróticos e destrutivos, bem como as fixações culturais e sociais, agem mais livremente a prejuízo de comunidades e indivíduos.

Pergunta – No passado, Eugênia, tratava-se a masturbação como pecado ou como desequilíbrio que até poderia causar distúrbios mentais e físicos. A medicina (auxiliada pela psicologia e pela sexologia) eliminou os fundamentos de tais crendices populares (que tiveram muito apoio de gente instruída, em tempos idos), mas, no meio espírita, ainda se considera a masturbação como vampirismo ou desvio de função das energias sexuais, um desperdício, qual se todo ato masturbatório indicasse uma queda em tentação. Poderia nos falar algo sobre estas considerações?

Resposta – Sim. É gritantemente necessário que o postulado básico de acompanhar a ciência seja lembrado entre aqueles que desejam, sinceramente, desposar o Espiritismo como filosofia de vida. Apegar-se a velhos conceitos, por tradição, por medo de enfrentar o novo ou por receio de ser plenamente responsável pelos próprios atos, é de tal modo descompassado com a modernidade, que nos eximimos de expender mais comentários a respeito. Importante lembrar que médiuns acabam filtrando, inconscientemente, o pensamento das entidades que se manifestam por seu corpo mental, de modo que refrações sutis e graves podem se dar (e se dão sempre, em algum nível). Eis por que a vigilância deve ser acentuada, sobremaneira quando condicionamentos culturais e convenções muito cristalizadas estão envolvidos.

O que tem dito a ciência sobre o assunto? Que a masturbação é algo natural e até desejável para o indivíduo adulto; e que, mesmo entre aqueles que já têm a vida afetiva disciplinada nos corredores da educação conjugal, é compreensível aconteça o fenômeno do onanismo (para os dois gêneros), que se revela mesmo imperioso, amiúde, quando os ritmos sexuais dos parceiros não se alinham, a fim de que um não incomode o outro na satisfação de suas necessidades de fundo psicofisiológico, nem alguém se frustre na quota de libido que lhe não seja possível imediatamente canalizar para atividades não-sexuais, sem gerar recalques indesejáveis.

Seja na tenra idade, seja em idade avançada, para solteiros ou casados, hétero ou homossexuais, o fenômeno masturbatório pode ser comparado à ida ao banheiro para a excreção dos detritos alimentares. Há abusos, sem dúvida, como os há em tudo na existência humana. Os ritmos sexuais podem ser exacerbados, na compulsão, ainda que se não tenha parceiro para a prática. Cada caso é um caso, e, somente com profundo autoconhecimento, a criatura descobre o sistema apropriado ao seu modo de ser, em função do bem-estar geral, da produtividade, da criatividade e do sentimento de equilíbrio íntimo, que constituem alguns dos resultados da vida sexual resolvida.

Quanto ao vampirismo, pode acontecer também na vida afetiva a dois, sempre que os desajustes da perversão e da promiscuidade invoquem, para a alcova do casal, presenças extrafísicas de baixo calão vibratório, pelo próprio diapasão de desequilíbrio em que se expressam em seu momento de intimidade.

Pergunta – Que bom, Eugênia! Creio que estas suas colocações esclarecedoras vão ajudar muitas pessoas. Entretanto, você aludiu a “perversão”, e este conceito me parece muito amplo e difuso, pelo mesmo motivo de os preconceitos adentrarem este departamento valorativo. Temos muita dificuldade em aceitar e conviver com nosso lado animal, e muitos são os que têm vergonha e não se soltam em funções elementares de sua própria fisiologia, tudo tendo como sinal de depravação, primitivismo e imoralidade. O que você quis dizer por “perversão”? Digo, porque, inclusive, na temática “masturbação”, está em jogo, normalmente, o fator “fantasia”, que pode incluir itens que não sejam desejados também na relação concretizada a dois – estou certo?

Resposta – O tema é muito complexo, e, sem dúvida, não o esgotaremos nesta nossa primeira fala a respeito. Por outro lado, não somos autorizados por Nossos Maiores, ainda, a discorrer abertamente sobre o assunto, porque mentes menos amadurecidas, levianas, despreparadas para nos ouvir, poderiam fazer mau uso de nossas afirmações. O que podemos dizer é que tudo que lese física, emocional ou moralmente alguém pode ser enquadrado no capítulo “perversão”, ao passo que tudo quanto promova o bem-estar biopsíquico, o crescimento psicológico e a boa relação entre as criaturas não pode ser considerado como distúrbio moral ou patologia psíquica.

O quesito “fantasia” é ainda mais intrincado, porque, freqüentemente, melhor que se liberem certos conteúdos indesejados (e ainda não de todo domesticáveis) da psique, por meio das ferramentas imagéticas, do que fazê-los colapsarem no próprio comportamento, em surtos que se chamam, em psicologia junguiana, de “possessão pela sombra” (*). Os princípios de civilização, entretanto, devem sempre reger tais processos mentais, na promoção da educação e da melhoria progressiva dos indivíduos, dos mais ínfimos aos maiores gestos, dos mais secretos aos públicos. A gerência de tais impulsos – que, como disse, não podem, em sua totalidade, ser de pronto sublimados – corre por conta da responsabilidade de cada um, em função do próprio e do bem comum.

Pergunta – Algo mais desejaria dizer, por ora?

Resposta – Que se procure, em tudo, o ponto de vista do bom senso, do equilíbrio, da visão de conjunto, e dificilmente se incorrerá em erros graves de conduta, seja consigo mesmo, seja nas relações interpessoais.

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